Segurança

Reduzir as ameaças de cibersegurança associadas ao trabalho remoto:

O coronavírus não só já provocou o aumento do trabalho remoto, como tem crescido o interesse dos hackers, que ocultam malware em ficheiros e documentos que aparentemente parecem ser de esclarecimento sobre a doença. Foram detetados ficheiros maliciosos disfarçados de documentos tipo pdf, mp4 e docx, cuja designação se relacionava de alguma forma com o coronavírus, por exemplo, que continham conselhos de proteção contra a doença, atualizações sobre as ameaças e procedimentos de deteção do vírus, embora não fosse esse o caso. Muito pelo contrário, eram o veículo para uma série de ameaças, como trojans e worms, capazes de eliminar, bloquear ou copiar dados, além de interferirem com a operação dos computadores e respetivas redes.
Por isso, David Emm, Investigador de Segurança da Kaspersky, refere que é aconselhado às empresas a serem particularmente cautelosas, devendo assegurar que os seus colaboradores podem trabalhar remotamente sem comprometer a segurança dos seus dados.

Reduzir as ameaças de cibersegurança associadas ao trabalho remoto:

  • VPN (Rede Privada Virtual)
  • Software de segurança adequado para todos os dispositivos da empresa – PCs, telemóveis, portáteis e tablets
  • Atualizações mais recentes dos sistemas operativos e das aplicações.
  • Restrição de acesso à rede corporativa.
  • Consciencialização dos perigos associados à resposta de mensagens não solicitadas.

Trabalhar remotamente tem vindo a ser uma tendência crescente no mundo empresarial e é sem dúvida uma vantagem para a maioria das empresas, no entanto é necessário que as empresas reavaliarem os seus sistemas e a segurança do acesso à distância, de forma a minimizar os riscos.